O mercado não é seduzido pela lógica
As pessoas são persuadidas com histórias, dicas, mistérios e revelações.
A lógica é um aríete, funcionará se o seu objetivo for a opressão. A Wal-Mart ganhou pela lógica (barato!), mas você provavelmente não irá.
[Artigo traduzido do original de Seth Godin: "The market is not seduced by logic"]
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domingo, 26 de setembro de 2010
A lógica de Seth Godin
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sábado, 11 de setembro de 2010
A leitura segundo Tom Peters
Tom Peters é um guru na área de marketing e liderança. Seus livros são best-sellers, suas palestras são caríssimas e nós, pobres mortais, podemos curtir algumas dicas dele que, às vezes, surgem no Youtube.
No vídeo abaixo, ele fala sobre a importância da leitura no desenvolvimento profissional. É muito bacana, acredito que todo redator se interessa por leitura (quem pratica a escrita e não cultua o hábito da leitura é um fracassado).
Veja:
No vídeo abaixo, ele fala sobre a importância da leitura no desenvolvimento profissional. É muito bacana, acredito que todo redator se interessa por leitura (quem pratica a escrita e não cultua o hábito da leitura é um fracassado).
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quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Onde encontrar inspiração?
"A minha musa inspiradora é o meu prazo de entrega." -- Luis Fernando Verissimo
***
2. Pessoas: Método clássico. As pessoas têm histórias interessantes e você tem duas opções de aproveitá-las: através do conhecimento ou da imaginação.
Eu sou um curioso e adoro ouvir conversas e conversar, para conhecer melhor meus parentes, amigos, colegas e mesmo desconhecidos.
É um exercício interessante inventar situações e diálogos inusitados: nossa mãe numa feira de anime, aquele chato do trabalho na torre da Rapunzel (sem a Rapunzel fica mais divertido), Oscar Wilde conversando com a Dillah, entre outras possibilidades.
***
3. Blogs: Pois é, quem é blogueiro tem que defender a categoria, né? Gosto de pesquisar blogs que tratem do assunto sobre o qual preciso escrever, mais do que aqueles sites específicos cheios de informações e formalidades. A linguagem informal dos blogs facilita muito mais o surgimento de um insight.
Entre os blogs que visito frequentemente estão: Kibe Loco, Jovem Nerd, Brainstorm#9, Puta Sacada e o Dr. Pepper.
***
"Acredito, sim, em inspiração, não como uma coisa que vem de fora, que "baixa" no escritor, mas simplesmente como o resultado de uma peculiar introspecção que permite ao escritor acessar histórias que já se encontram em embrião no seu próprio inconsciente e que costumam aparecer sob outras formas — o sonho, por exemplo. Mas só inspiração não é suficiente." -- Moacyr Scliar
Estes são os principais lugares onde busco inspiração (ou pelo menos entretenimento/material de referência), mas é claro que existem outros, os quais vou deixar convenientemente para uma próxima.
;-)
Todo mundo sabe que inspiração é só uma parte do processo de escrita. Tem aquele lance da transpiração que estamos cansados de ouvir.
Quem escreve sempre está sujeito a encontrar uma pedra no meio do caminho, o famoso bloqueio criativo. Para contornar este problema, além de conhecer técnicas de escrita é bom ter material que inspire a escrita.
E a musa, esta sem vergonha, pode estar escondida atrás de qualquer moita. O redator que a encontrar... hum...
Enfim, vou listar aqui os lugares onde costumo buscar inspiração e como as uso, espero que te ajude:
***
1. Artes: Ideias surgem com frequência quando ouço música, leio um livro, assisto algum filme ou vejo uma ilustração.
Sem qualquer intenção, gosto de escrever sobre eles, sobre o assunto que tratam, sobre o sentimento que transmitem. Imaginar um título para aquele quadro, que produto ele venderia, et cetera.
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2. Pessoas: Método clássico. As pessoas têm histórias interessantes e você tem duas opções de aproveitá-las: através do conhecimento ou da imaginação.
Eu sou um curioso e adoro ouvir conversas e conversar, para conhecer melhor meus parentes, amigos, colegas e mesmo desconhecidos.
É um exercício interessante inventar situações e diálogos inusitados: nossa mãe numa feira de anime, aquele chato do trabalho na torre da Rapunzel (sem a Rapunzel fica mais divertido), Oscar Wilde conversando com a Dillah, entre outras possibilidades.
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3. Blogs: Pois é, quem é blogueiro tem que defender a categoria, né? Gosto de pesquisar blogs que tratem do assunto sobre o qual preciso escrever, mais do que aqueles sites específicos cheios de informações e formalidades. A linguagem informal dos blogs facilita muito mais o surgimento de um insight.
Entre os blogs que visito frequentemente estão: Kibe Loco, Jovem Nerd, Brainstorm#9, Puta Sacada e o Dr. Pepper.
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"Acredito, sim, em inspiração, não como uma coisa que vem de fora, que "baixa" no escritor, mas simplesmente como o resultado de uma peculiar introspecção que permite ao escritor acessar histórias que já se encontram em embrião no seu próprio inconsciente e que costumam aparecer sob outras formas — o sonho, por exemplo. Mas só inspiração não é suficiente." -- Moacyr Scliar
Estes são os principais lugares onde busco inspiração (ou pelo menos entretenimento/material de referência), mas é claro que existem outros, os quais vou deixar convenientemente para uma próxima.
;-)
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segunda-feira, 30 de agosto de 2010
David Ogilvy na redação publicitária: 12 passos
01 - Jamais escrevi um anúncio no escritório. Demasiadas interrupções. Costumo fazer todo o meu trabalho de redação em casa.
02 - Passo muito tempo estudando os antecedentes. Examino todos os anúncios publicados para produtos concorrentes durante os últimos vinte anos.
03 - Sinto-me desamparado sem material de pesquisa - e quanto mais pesquisa "motivacional", melhor.
04 - Escrevo uma definição do problema e uma exposição do objetivo que desejo que a campanha alcance. Não dou mais nenhum passo enquanto esta exposição e seus princípios não forem aprovados pelo cliente.
05 - Antes de redigir o texto propriamente dito, anoto todos os fatos concebíveis e ideias que vendam. Em seguida, organizo essas anotações e relaciono-as com a pesquisa e a estratégia da campanha.
06 - Então redijo o título. Na verdade, tento escrever vinte títulos alternativos para cada anúncio. E jamais seleciono o título final sem pedir a opinião de outras pessoas na agência. Em alguns casos, busco a ajuda do departamento de pesquisa e peço a eles que façam uma seleção dentre uma bateria de títulos pelo método split-run*.
07 - Nessa altura, não posso mais adiar a redação do texto. Então, vou para casa e sento-me a minha mesa. Percebo que estou totalmente vazio de ideias. Fico de mau-humor. Se minha mulher entra na sala, eu rosno pra ela (isso piorou desde que deixei de fumar).
08 - Apavora-me a ideia de gerar um mau anúncio. O que me leva a jogar fora as 20 primeiras tentativas.
09 - Se tudo falhar, tomo meia garrafa de rum e ponho um oratório de Haendel no toca-discos. Geralmente, isso produz uma torrente incontrolável de texto.
10 - Na manhã seguinte, levanto-me cedo e edito a torrente.
11 - Então, tomo um trem para Nova Iorque e minha secretária datilografa um rascunho (não sei datilografar, o que é muito inconveniente).
12 - Sou um redator medíocre, mas sou um bom editor. Assim, passo ao trabalho de edição de meu próprio rascunho. Após quatro ou cinco edições, o texto me parece suficientemente bom para ser mostrado ao cliente. Se o cliente muda o texto, fico zangado - porque enfrentei muitos problemas para redigi-lo, e o que eu escrevi, eu escrevi com um propósito.
* técnica de pesquisa em que, num mesmo dia, num determinado jornal ou revista publica o mesmo anúncio com títulos diferentes, cada título em uma parte de sua tiragem normal.
---
in Ogilvy Inédito, organizado por Joel Raphaelson - Editora Best Seller.
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quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Dicas para escrever na Web: conheça seu leitor
Parece fácil, não? E é.
O texto na internet guarda uma característica em comum com o rádio e TV: ela conversa diretamente com o leitor.
Todo mundo sabe que conversas formais e que não tenham a ver com nosso estilo são chatas no mundo real. Oras, no mundo virtual não poderia ser diferente!
Para evitar que isso ocorra com seu texto, existem 3 regras de ouro:
1) Evite as formalidades
Como já foi dito, os textos na internet se tornam mais eficientes quando a linguagem que prevalece é a coloquial.
Imagine que o leitor é um amigo seu interessado em algo que você tem conhecimento. Neste caso, formalidades acabariam mais confundindo do que explicando, seu discurso seria mais assustador que interessante.
Vale ressaltar que coloquialismo não significa deixar as normas gramaticais de lado, mas sim adaptar a linguagem para um contexto menos hierárquico e distante.
2) Seja empático
Empatia é um estado em que você consegue se colocar no lugar do outro. Ser empático é buscar compreender os sentimentos, o comportamento e as motivações de outra pessoa.
Esta é uma dica que, com certeza, vai te ajudar mais do que no texto que escreve, vai te ajudar a ter uma melhor convivência com as pessoas ao seu redor, seja no ambiente familiar, social, acadêmico ou profissional.
3) Utilize uma linguagem comum ao seu público
Para tornar o texto mais agradável, use termos e expressões que seus leitores conheçam e usem.
Mas tenha em mente que usar algumas expressões poderão tanto encantar o leitor quanto limitar o alcance do seu texto e, em excesso, elas vão empobrecer seu texto.
Lembre-se: a regra é para usar uma linguagem comum ao público, não necessariamente uma linguagem específica do seu público, ok? Use sempre com sabedoria, claro...
;)
Por enquanto é isso.
Referências:
O que é empatia? - Por Paulo Rubini
Como Escrever na Rede - Leonardo Moura
Curso Online de Webwriting - Ateliê de Letras
O texto na internet guarda uma característica em comum com o rádio e TV: ela conversa diretamente com o leitor.
Todo mundo sabe que conversas formais e que não tenham a ver com nosso estilo são chatas no mundo real. Oras, no mundo virtual não poderia ser diferente!
Para evitar que isso ocorra com seu texto, existem 3 regras de ouro:
1) Evite as formalidades
Como já foi dito, os textos na internet se tornam mais eficientes quando a linguagem que prevalece é a coloquial.
Imagine que o leitor é um amigo seu interessado em algo que você tem conhecimento. Neste caso, formalidades acabariam mais confundindo do que explicando, seu discurso seria mais assustador que interessante.
Vale ressaltar que coloquialismo não significa deixar as normas gramaticais de lado, mas sim adaptar a linguagem para um contexto menos hierárquico e distante.
2) Seja empático
Empatia é um estado em que você consegue se colocar no lugar do outro. Ser empático é buscar compreender os sentimentos, o comportamento e as motivações de outra pessoa.
Esta é uma dica que, com certeza, vai te ajudar mais do que no texto que escreve, vai te ajudar a ter uma melhor convivência com as pessoas ao seu redor, seja no ambiente familiar, social, acadêmico ou profissional.
3) Utilize uma linguagem comum ao seu público
Para tornar o texto mais agradável, use termos e expressões que seus leitores conheçam e usem.
Mas tenha em mente que usar algumas expressões poderão tanto encantar o leitor quanto limitar o alcance do seu texto e, em excesso, elas vão empobrecer seu texto.
Lembre-se: a regra é para usar uma linguagem comum ao público, não necessariamente uma linguagem específica do seu público, ok? Use sempre com sabedoria, claro...
;)
Por enquanto é isso.
Referências:
O que é empatia? - Por Paulo Rubini
Como Escrever na Rede - Leonardo Moura
Curso Online de Webwriting - Ateliê de Letras
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