Tom Peters é um guru na área de marketing e liderança. Seus livros são best-sellers, suas palestras são caríssimas e nós, pobres mortais, podemos curtir algumas dicas dele que, às vezes, surgem no Youtube.
No vídeo abaixo, ele fala sobre a importância da leitura no desenvolvimento profissional. É muito bacana, acredito que todo redator se interessa por leitura (quem pratica a escrita e não cultua o hábito da leitura é um fracassado).
Veja:
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sábado, 11 de setembro de 2010
A leitura segundo Tom Peters
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quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Onde encontrar inspiração?
"A minha musa inspiradora é o meu prazo de entrega." -- Luis Fernando Verissimo
***
2. Pessoas: Método clássico. As pessoas têm histórias interessantes e você tem duas opções de aproveitá-las: através do conhecimento ou da imaginação.
Eu sou um curioso e adoro ouvir conversas e conversar, para conhecer melhor meus parentes, amigos, colegas e mesmo desconhecidos.
É um exercício interessante inventar situações e diálogos inusitados: nossa mãe numa feira de anime, aquele chato do trabalho na torre da Rapunzel (sem a Rapunzel fica mais divertido), Oscar Wilde conversando com a Dillah, entre outras possibilidades.
***
3. Blogs: Pois é, quem é blogueiro tem que defender a categoria, né? Gosto de pesquisar blogs que tratem do assunto sobre o qual preciso escrever, mais do que aqueles sites específicos cheios de informações e formalidades. A linguagem informal dos blogs facilita muito mais o surgimento de um insight.
Entre os blogs que visito frequentemente estão: Kibe Loco, Jovem Nerd, Brainstorm#9, Puta Sacada e o Dr. Pepper.
***
"Acredito, sim, em inspiração, não como uma coisa que vem de fora, que "baixa" no escritor, mas simplesmente como o resultado de uma peculiar introspecção que permite ao escritor acessar histórias que já se encontram em embrião no seu próprio inconsciente e que costumam aparecer sob outras formas — o sonho, por exemplo. Mas só inspiração não é suficiente." -- Moacyr Scliar
Estes são os principais lugares onde busco inspiração (ou pelo menos entretenimento/material de referência), mas é claro que existem outros, os quais vou deixar convenientemente para uma próxima.
;-)
Todo mundo sabe que inspiração é só uma parte do processo de escrita. Tem aquele lance da transpiração que estamos cansados de ouvir.
Quem escreve sempre está sujeito a encontrar uma pedra no meio do caminho, o famoso bloqueio criativo. Para contornar este problema, além de conhecer técnicas de escrita é bom ter material que inspire a escrita.
E a musa, esta sem vergonha, pode estar escondida atrás de qualquer moita. O redator que a encontrar... hum...
Enfim, vou listar aqui os lugares onde costumo buscar inspiração e como as uso, espero que te ajude:
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1. Artes: Ideias surgem com frequência quando ouço música, leio um livro, assisto algum filme ou vejo uma ilustração.
Sem qualquer intenção, gosto de escrever sobre eles, sobre o assunto que tratam, sobre o sentimento que transmitem. Imaginar um título para aquele quadro, que produto ele venderia, et cetera.
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2. Pessoas: Método clássico. As pessoas têm histórias interessantes e você tem duas opções de aproveitá-las: através do conhecimento ou da imaginação.
Eu sou um curioso e adoro ouvir conversas e conversar, para conhecer melhor meus parentes, amigos, colegas e mesmo desconhecidos.
É um exercício interessante inventar situações e diálogos inusitados: nossa mãe numa feira de anime, aquele chato do trabalho na torre da Rapunzel (sem a Rapunzel fica mais divertido), Oscar Wilde conversando com a Dillah, entre outras possibilidades.
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3. Blogs: Pois é, quem é blogueiro tem que defender a categoria, né? Gosto de pesquisar blogs que tratem do assunto sobre o qual preciso escrever, mais do que aqueles sites específicos cheios de informações e formalidades. A linguagem informal dos blogs facilita muito mais o surgimento de um insight.
Entre os blogs que visito frequentemente estão: Kibe Loco, Jovem Nerd, Brainstorm#9, Puta Sacada e o Dr. Pepper.
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"Acredito, sim, em inspiração, não como uma coisa que vem de fora, que "baixa" no escritor, mas simplesmente como o resultado de uma peculiar introspecção que permite ao escritor acessar histórias que já se encontram em embrião no seu próprio inconsciente e que costumam aparecer sob outras formas — o sonho, por exemplo. Mas só inspiração não é suficiente." -- Moacyr Scliar
Estes são os principais lugares onde busco inspiração (ou pelo menos entretenimento/material de referência), mas é claro que existem outros, os quais vou deixar convenientemente para uma próxima.
;-)
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segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Eu escrevo porque...
Alguns famosos, outros nem tanto. Veja o que motiva algumas pessoas a continuar escrevendo:
"Escrevo porque encontro nisso um prazer que não consigo traduzir." Clarice Lispector, em A paixão segundo G.H.;
“Escrevo porque tenho alguma habilidade para isso, porque um dia escrevi um texto qualquer, tive prazer em fazê-lo e o resultado foi bom.” Carlos Alberto Silva, em Entrevista para o Ofício Editorial;
"Escrevo para tornar visível o mistério das coisas." Vergílio Ferreira, em Pensar;
"Escrevo para que tudo o que escrevo saia de mim. Escrevo porque algo me incomoda, me invade, me faz ficar fedida, suja, impura." Bruna Célia, na crônica Preciso desesperadamente de um rumo;
"Eu escrevo apenas. Tem que ter por quê?" Paulo Leminski, no poema Razão de Ser;
"Eu escrevo porque leio. Escrever sempre me pareceu uma conseqüência da leitura." Carlos Machado, ao jornal Gazeta do Povo;
“Obviously, I write because something in my psyche went horribly wrong. " Hart Hanson, em Why We Write;
"Escrevo porque não consigo mentir olhando nos olhos das pessoas." Rodrigo Vezzá, na crônica Olhos Azuis Piscantes;
"Escrevo porque encontro nisso um prazer que não consigo traduzir." Clarice Lispector, em A paixão segundo G.H.;
“Escrevo porque tenho alguma habilidade para isso, porque um dia escrevi um texto qualquer, tive prazer em fazê-lo e o resultado foi bom.” Carlos Alberto Silva, em Entrevista para o Ofício Editorial;
"Escrevo para tornar visível o mistério das coisas." Vergílio Ferreira, em Pensar;
"Escrevo para que tudo o que escrevo saia de mim. Escrevo porque algo me incomoda, me invade, me faz ficar fedida, suja, impura." Bruna Célia, na crônica Preciso desesperadamente de um rumo;
"Eu escrevo apenas. Tem que ter por quê?" Paulo Leminski, no poema Razão de Ser;
"Eu escrevo porque leio. Escrever sempre me pareceu uma conseqüência da leitura." Carlos Machado, ao jornal Gazeta do Povo;
“Obviously, I write because something in my psyche went horribly wrong. " Hart Hanson, em Why We Write;
"Escrevo porque não consigo mentir olhando nos olhos das pessoas." Rodrigo Vezzá, na crônica Olhos Azuis Piscantes;
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