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terça-feira, 28 de setembro de 2010

Não faça propagandas ruins

Já ouviu falar do The Eagle Awards? Eu não conhecia, mas adorei a campanha deles para divulgar a premiação.

Com um estilo muito bem-humorado, lembrando a velha lição do Chavez ("a cada vez que você respira, morre um chinês"), o conceito desenvolvido é:

A cada propaganda tosca que você faz, alguma coisa ruim acontece.
E aí, vale uma fada que perde as asas, um unicórnio que morre, um coelho fofinho que comete suicídio.

Quem trabalha em agência sabe que, quando é feita uma propaganda tosca, algo ruim acontece (você leva uma mordida das garotas raivosas do atendimento, uma comida de rabo do chefe e coisas do tipo), mas nesta campanha quem se fode sofre é um inocente!

Por isso, redatores, pensem bem quando escreverem suas próximas peças, ou parem de escrever (assim como o Chavez parou de respirar). #not




ps: quem criou os anúncios foi a agência King James e o redator é o

;-)

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Muitos tratados ainda não foram assinados

A Handicap International é uma organização não governamental que oferece auxílio nos campos de refugiados no Camboja e na Tailândia, dando suporte às pessoas com deficiências físicas, vítimas de bombas e minas que ainda existem na região.

Não consegui identificar que tipo de evento está sendo anunciado, pois o site sousmunitions.lu está disponível somente em francês e alemão. Mas é um anúncio interessante, criado pela agência Advantage, que compartilho com vocês:


O título diz: "Muitos países ainda não assinaram o tratado contra as minas terrestres e bombas de fragmentação". Parece uma frase tirada do briefing, né? Acho que não era preciso mais do que isso, de qualquer forma.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Quando é que vamos respeitar a natureza?

Post ambientalista? Não.

É que gostei bastante dos anúncios para a WWF, criados pela agência Ogilvy da França. Ela não é tão nova, mas só encontrei agora.  É de junho.

O título diz o seguinte:
O que terá de acontecer para comerçamos a respeitar a natureza?

Achei o uso da pichação e grafitti um pouco forçado, é essa a caracterízação da falta de respeito?


sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Dê uma visão mais agradável à sua família

Bonitinha, mas ordinária.

Eu não entendi o que estas propagandas estão vendendo. Será que o gênio provocador da equipe de criação da JWT Xangai ou os tetos solares para carro da Inalfa?

Mais uma campanha que vai viralizar, mas vender... Não sei.



Sinceramente, em matéria de tetos solares há uma propaganda brasileira da Volkswagen que, pela maneira que os benefícios do produto são abordados, é muito mais "vendável". Nem sei qual agência criou, se alguém souber, compartilhe o nome.


;-)

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Você está preocupado com as coisas certas?

Meu cabelo hoje está mais ridículo que o da Amy Winehouse. Ah, dia de reunião com um cliente novo e surgiu esta espinha no meu rosto. Será que minha bunda chama mais a atenção do que as coisas que escrevo?

Brincadeiras à parte, a nova campanha para a Breast Cancer Foundation de Singapura questiona as mulheres: vocês estão se preocupando com as coisas certas?

O visual está arrasador e a mensagem bem elaborada. Impossível uma pessoa não dedicar, no mínimo, alguns minutos pensando no problema destacado.

Quem criou estes anúncios foi a agência DDB. Confira o resultado:





Bacana, não?

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

David Ogilvy na redação publicitária: 12 passos



01 - Jamais escrevi um anúncio no escritório. Demasiadas interrupções. Costumo fazer todo o meu trabalho de redação em casa.

02 - Passo muito tempo estudando os antecedentes. Examino todos os anúncios publicados para produtos concorrentes durante os últimos vinte anos.

03 - Sinto-me desamparado sem material de pesquisa - e quanto mais pesquisa "motivacional", melhor.

04 - Escrevo uma definição do problema e uma exposição do objetivo que desejo que a campanha alcance. Não dou mais nenhum passo enquanto esta exposição e seus princípios não forem aprovados pelo cliente.

05 - Antes de redigir o texto propriamente dito, anoto todos os fatos concebíveis e ideias que vendam. Em seguida, organizo essas anotações e relaciono-as com a pesquisa e a estratégia da campanha.

06 - Então redijo o título. Na verdade, tento escrever vinte títulos alternativos para cada anúncio. E jamais seleciono o título final sem pedir a opinião de outras pessoas na agência. Em alguns casos, busco a ajuda do departamento de pesquisa e peço a eles que façam uma seleção dentre uma bateria de títulos pelo método split-run*.

07 - Nessa altura, não posso mais adiar a redação do texto. Então, vou para casa e sento-me a minha mesa. Percebo que estou totalmente vazio de ideias. Fico de mau-humor. Se minha mulher entra na sala, eu rosno pra ela (isso piorou desde que deixei de fumar).

08 - Apavora-me a ideia de gerar um mau anúncio. O que me leva a jogar fora as 20 primeiras tentativas.

09 - Se tudo falhar, tomo meia garrafa de rum e ponho um oratório de Haendel no toca-discos. Geralmente, isso produz uma torrente incontrolável de texto.

10 - Na manhã seguinte, levanto-me cedo e edito a torrente.

11 - Então, tomo um trem para Nova Iorque e minha secretária datilografa um rascunho (não sei datilografar, o que é muito inconveniente).

12 - Sou um redator medíocre, mas sou um bom editor. Assim, passo ao trabalho de edição de meu próprio rascunho. Após quatro ou cinco edições, o texto me parece suficientemente bom para ser mostrado ao cliente. Se o cliente muda o texto, fico zangado - porque enfrentei muitos problemas para redigi-lo, e o que eu escrevi, eu escrevi com um propósito.


* técnica de pesquisa em que, num mesmo dia, num determinado jornal ou revista publica o mesmo anúncio com títulos diferentes, cada título em uma parte de sua tiragem normal.

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in Ogilvy Inédito, organizado por Joel Raphaelson - Editora Best Seller.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

O primeiro dia de uma criança é inesquecível

Ontem tive uma surpresa muito agradável ao passar pelo site Advertolog: o novo comercial da BBC para promover a série "School" no Reino Unido.

Criada pela agência RKCR/Y&R, a peça faz uma comparação muito interessante entre a aventura de um primeiro dia de aula das crianças com uma viagem pelo espaço.

Falando em viagem pelo espaço, quem você colocaria como trilha sonora? Claro, a música só podia ser do David Bowie.

O resultado é um vídeo emocionante e reflexivo, não sei se porque agora sou pai e fico pensando no dia que vou mandar o Miguel pra esta aventura que é a educação no Brasil. Será que estou mandando ele na direção certa?

É isso. Confiram:

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Os opostos se colam em campanha da Gorilla

Estudantes da Miami Ad School de Madri criaram uma campanha muito interessante para a super cola Gorilla.

Em questões de layout, o mais simples. Mas o que faz com que essa ideia cole é o conceito que criaram: a Gorilla gruda qualquer coisa, mesmo que sejam totalmente diferentes.

Ku Klux Klan se junta com negro, IBM com Mac, capitalismo com Marx, entre outros.

Loucos por uma polêmica, não é? Confiram:









E vocês, o que acharam?

Fonte: http://www.advertolog.com/gorilla-super-glue/
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